Lembranças destes meus momentos passados,
Que mais do que nunca me roubam a a calma,
Me relembram que está perdida minh' alma,
Momentos que não são mais que tempos gastos
Desta estrada sinuosa e sem fim
Pela qual deambulo tristemente
Procurando o verbo que quem usa, sente
Na esperança de um dia talvez, enfim
Eu possa acabar com esta minha dor
Que me consome todos os dias o peito
E poder sentar - te nas rosas do meu leito
Declarando a ti meu grande amor.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Isto ficará em jeito de desabafo, até mesmo porque é um. Os anos, os meses, as semanas e os dias passam por mim sem eu me dar conta. Talvez porque eu sou vazio. Tenho uma mão cheia de nada. A minha felicidade resume - se a breves momentos de alegria espontânea, mas nunca algo duradouro. Não me sinto presente, não me sinto relevante. Apesar de todas as minhas palavras não fazerem qualquer sentido pra quem as lê, eu que as escrevi, percebo. Percebo porque sou eu que as vivo. Cada vez mais sou um vazio. Porquê? Nem eu sei explicar. Mas suspeito que a falta que me faz ter alguém que me encha o coração deita - me abaixo. Deita por terra qualquer sorriso que eu faça. Sim, é verdade. Talvez eu me deixe ir abaixo com facilidade. Não por ser fraco. Mas sim porque me enfraqueceram, algures no meu passado. A solidão doi. Sentir me necessário ajuda me a viver. É o que me dá força. Enquanto eu for necessário a alguém, necessário para fazer alguem feliz, para animar essa pessoa, para lutar ao lado dessa pessoa, eu sentir - me - ei completo e feliz. Luto para não ceder, mas não é uma luta fácil. No entanto, acredito que um dia, quem sabe, eu encontrarei aquela pessoa que precisa de mim e ai serei verdadeiramente feliz, verdadeiramente completo e so nessa altura eu passarei a ter uma mão cheia de tudo. Hoje? Tenho uma mão cheia de nada. Amanha? Quem sabe...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Mensagem
Canto, porque estou triste
Desapontado com o Homem
Que de arma em riste
Rouba de inocentes o seu maior bem
Rouba de um filho a sua mãe
Que lhe dava seu amor
Carinho, cuidado e atenção
É de todas a maior dor.
Canto, porque estou feliz
Felicidade de poder viver
De poder lutar contra essas pessoas vis
Que se dizem ser
Donos e senhores do mundo
Junte – se a Humanidade
E acredito eu cá no fundo
Que um dia irá reinar a felicidade.
Canto, ora de felicidade, ora de tristeza
Não canto por mera ironia
Canto por ter a grande certeza
De que um dia viveremos todos em paz e harmonia
Desapontado com o Homem
Que de arma em riste
Rouba de inocentes o seu maior bem
Rouba de um filho a sua mãe
Que lhe dava seu amor
Carinho, cuidado e atenção
É de todas a maior dor.
Canto, porque estou feliz
Felicidade de poder viver
De poder lutar contra essas pessoas vis
Que se dizem ser
Donos e senhores do mundo
Junte – se a Humanidade
E acredito eu cá no fundo
Que um dia irá reinar a felicidade.
Canto, ora de felicidade, ora de tristeza
Não canto por mera ironia
Canto por ter a grande certeza
De que um dia viveremos todos em paz e harmonia
Sonho
Ó estrela brilhante no meu horizonte
Desce desse teu ponto no alto
Vem e aquece meu pobre peito
Molhado do orvalho das ervas do planalto.
Dizes que é uma impossibilidade
Pois o céu tens de iluminar
Dizes ser esta a dura realidade
Que não poderás nunca alterar.
Serei então eu a ascender meu amor
Vou subir para esse teu ponto no alto
E juntos com todo nosso brilho e calor
Vamos iluminar todo o planalto.
Desce desse teu ponto no alto
Vem e aquece meu pobre peito
Molhado do orvalho das ervas do planalto.
Dizes que é uma impossibilidade
Pois o céu tens de iluminar
Dizes ser esta a dura realidade
Que não poderás nunca alterar.
Serei então eu a ascender meu amor
Vou subir para esse teu ponto no alto
E juntos com todo nosso brilho e calor
Vamos iluminar todo o planalto.
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