quinta-feira, 15 de maio de 2008

Obrigado

Vou dizer isto mas custa - me adimitir. Só nos conhecemos este ano, mas pela tua personalidade (supostamente) fantástica eu fiquei apaixonado. Eras comigo impecável, adorava brincar contigo, foi bom enquanto durou. Mas desde que me declarei nunca mais foste a mesma comigo, foi com isso que fiquei triste contigo. Nem numa conversa a dois, és capaz de enfrentar os olhares de quem está a falar contigo. O ano foi passando e tu começaste a revelar - te uma pessoa mais fria, que eu nunca imaginei que fosses. Como diz o título por um lado estou - te agradecido pois foste tu que me serviste de inspiração para começar a escrever, mas por outro só te posso dizer que me magoaste profundamente. Mas eu acredito que a pessoa que mostras ser junto de algumas pessoas não é a pessoa que tu realmente és. Sei que dentro de ti há uma pessoa parecida comigo e foi por essa pessoa que me apaixonei, uma pessoa amiga de todos, que não faz diferenciações entre grupos de pessoas, que se importa com todos, uma pessoa brincalhona, mas que por culpa da importância que dás ao exterior não consegue florescer. Talvez se lutasses contra as ideias da superficialidades, pois o exterior são apenas aparências, terias muitos mais amigos, que te admirassem, não pelo teu exterior mas pelo teu interior, o que te vai no coração. Uma pessoa mede - se pelos seus actos e escolhas, não pelo que é por fora. Espero que um dia talvez consigas chegar até esta conclusão sozinha, já que não aceitas a mão de quem te quer ajudar a deixar de olhar e começar a ver.

P.S. O poema anterior foi só uma vingança.

Revolta

Olho pra ti e não compreendo
O amor desapareceu
Por ser dificil não entendo
Só sei que a revolta nasceu.

Não mereces ser amada
Por ninguém deste mundo
És pra mim uma desgraçada
Que de amor não merece nem 1 segundo.

Já um dia te admirei
Mas agora só sinto repugnância
Para sempre te desprezarei
E acabarás na ignorância.

Cada dia te odeio mais
Pela tua personalidade
Chega, não aguento mais
Os frutos da tua infantilidade